Quando você passa
tudo em meus olhos para,
Passa uma pluma em meu ares
sem direção,
Ares que levam as prosas e poesias
deixando apenas o límpido silêncio,
Poesia que se desfaz
em seu doce olhar que me radia,
Desfaz todo o amargo da boca
o suave gosto de Vênus se propaga,
Boca que não diz mais nada
apenas espera palavras do breu;
O nada que se forma em minhas mãos
contendo a afegante respiração;
Mãos que se satisfazem em miragens
dos dias frios que se aconchegam em uma fervente pele;
Miragens que vão e vem
um bumerangue sem lógica.
Quando você passa
o ar que me falta não se é mais necessário;
pois no caminho deixado pela as plumas se foi;
Junto a ele foi-se as palavras que davam vida a poesia
de uma vida cinza;
Como uma fotografia de um velho filme francês
seus olhos que quando se encontra com os meus
o levam junto ao seu doce silêncio do ar.
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Temores Trêmulos em sua voz;
Temor das exTremidades da linha do seu olhar;
Temo que as linhas Tremulas
não ande, e nem vá caminhar;
Tem aquelas pegadas Tremidas na areia;
deixadas juntas ao vento que já passou;
Te você, Te você...
Tremores antes de T.