Amargas manhãs temperadas por um café forte, o céu nublado, raios de sol dando a esperança de luz, mas logo se esconde nas nuvens.
Um poço escuro, silencioso, primeiro silencio da trilha sonora de uma vida...
Tudo é mais escuro, meu sorriso, meu olhar...
Dias ruins, sem a vontade de lutar para sair do breu, apenas deitar-se no chão úmido, olhar para o céu e esquecer de todas estrelas daquele céu de brigadeiro, pois até seus brilhos trazem lembranças de luas passadas.
Tudo termina, mas a maioria dos fins se tornam indesejáveis, desde uma novela das 8, até uma banda, uma música, um filme...
Mas quando se assiste um filme maravilhoso e o seu fim imprevisível é triste, ruim, não combina como o ponto final, você como telespectador apenas fica na esperança da continuação de todo aquele universo que te fez viajar e te levar para dentro daquilo, você só espera voltar naquele mundo mágico. A vida as vezes é assim, adentramos em algo maravilhoso e o final não é do jeito que se é esperado.
Lutamos com mestres da escuridão, lutamos...
Até que todos estejam no chão
Agora só resta o cavaleiro solitário
Onde sua única companhia são aqueles corpos
Naquela noite nem a lua veio visita-lo
Apenas o seu coração que ainda batia
O vento frio soprava palavras
"Abra-te teu peito!"
O cavaleiro se ajoelha
E tira seu único companheiro
E vive eternamente nas lembranças.
Todos os dias da pequena história que me foi formada, sempre levarei nos meus passos e caminhos de todo o eterno. Acreditando em um dia de sua continuação ou possível remaker sem fim.

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